Aparar / Cortar / Rapar pelos corporais

Mito ou Realidade

Aparar com lâmina ou cortar faz com que o pelo cresça mais grosso, escuro e áspero.

Mito!

O pelo que não foi cortado tem uma ponta fina e suave, enquanto que após o corte fica com uma ponta romba e com arestas, parecendo assim mais espesso e áspero. O facto dos pelos mais curtos serem mais rijos (menos flexiveis) do que os pelos longos também contribui para este efeito.

O pelo parece mais escuro quando recomeça a crescer porque o pelo que nunca foi cortado é normalmente mais claro devido à esposição solar.

Além disso, à medida que envelhecemos o pelo tem tendência a crescer mais áspero e em mais locais do corpo. Por exemplo, um adolescente pode começar a aparar a barba aos 16 anos, mas à medida que envelhece o pelo começa a crescer mais abundantemente e mais espesso, levando algumas pessoas a acreditar que foi devido ao barbear, enquanto que na realidade é apenas parte do processo de envelhecimento.

Aparar, cortar ou rapar é um método de remoção do pelo feito através de uma lâmina, máquina, tesoura ou qualquer outro utensílio que sirva para cortar o pelo ao nível da pele. É a forma mais comum dos homens tirarem o pelo da cara.

​Por vezes também são aparados os pelos do pescoço, peito, abdómen, pernas, axilas e zona púbica.

Rapar os pelos da cabeça está normalmente associado a praticas religiosas, militares, alguns desportos (natação, corrida e desportos radicais), doentes a fazer tratamentos de quimioterapia ou simplesmente para disfarçar formas mais intensas de calvície.

Historicamente, rapar a cabeça também tem sido associado a uma forma de punição, castigo e submissão à autoridade.

Antes da invenção das lâminas de barbear, o pelo era por vezes removido através da utilização de conchas ou usando água e um utensilio afiado. Estes métodos eram utilizados por algumas tribos norte americanas, antes da chegada dos colonizadores ingleses.

Quando os utensilios de cobre foram inventados, por volta de 3000 anos AC, também surgiram as primeiras lâminas de barbear. A ideia de uma abordagem estética à higiene pessoal pode ter começado por esta altura, apesar dos sacerdotes egipcios já terem praticado algo semelhante.

Alexandre, o Grande, promoveu activamente o barbear durante o seu reinado no século IV, como forma de evitar que o inimigo agarra-se a barba de maneira perigosa durante as batalhas e também porque acreditava que ficava com um aspecto mais cuidado.

Travessa do Possolo

Lapa - LISBOA

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